O ex-campeão mundial de boxe Floyd Mayweather Jr. enfrenta uma nova dor de cabeça financeira. Uma dívida judicial de US$ 2,4 milhões, originada em 2023, continua sem pagamento e já se aproxima de US$ 3 milhões devido ao acúmulo de juros.
O valor é resultado de uma ação movida pela empresa nigeriana Zinni Media Concept Limited, que acusou Mayweather de descumprir um contrato firmado em 2017. Na época, o boxeador recebeu cerca de US$ 210 mil para participar de eventos promocionais na Nigéria, mas não compareceu às atividades previstas no acordo.
Após anos de disputa judicial, um tribunal da Califórnia decidiu a favor da companhia africana e determinou o pagamento de indenização por quebra de contrato, além de custos processuais e honorários advocatícios.
Desde a sentença, Mayweather tentou recorrer da decisão, mas o recurso foi negado pela Justiça norte-americana. Com isso, o valor devido continuou a crescer, impulsionado por taxas de juros e correções legais.
De acordo com documentos do processo, a Justiça já autorizou medidas para garantir a execução da dívida. Entre as possibilidades está a penhora de bens de alto valor do ex-atleta, como carros de luxo e outros ativos registrados em seu nome.
Conhecido pelo estilo de vida extravagante e por exibir grandes fortunas nas redes sociais, Mayweather já enfrentou outras disputas financeiras ao longo dos últimos anos. O caso com a empresa nigeriana, no entanto, tornou-se um dos mais emblemáticos devido ao valor expressivo e à repercussão internacional.
Até o momento, representantes do boxeador não se pronunciaram oficialmente sobre o andamento do processo ou sobre um possível acordo para quitação da dívida.
