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General Electric envolvida em escândalo de 1,1 mil milhões de dólares em Angola

A General Electric Angola tornou-se o foco de uma investigação internacional que envolve contratos avaliados em 1,1 mil milhões de dólares, relacionados à empresa portuguesa Aenergy. As autoridades angolanas e internacionais apuram possíveis irregularidades financeiras e contratuais que afetam o setor energético do país.

De acordo com informações divulgadas pelo portal The Africa Report, o caso remonta a contratos assinados entre General Electric Angola e a Aenergy, para fornecimento de turbinas e infraestruturas elétricas. O governo angolano suspendeu os acordos após auditorias apontarem falhas na execução e divergências nos valores faturados.

Contexto do Caso

Em 2017, a General Electric Angola e a Aenergy firmaram contratos para apoiar o plano nacional de energia, com o objetivo de aumentar a capacidade de produção elétrica. No entanto, divergências contratuais e alegações de falta de transparência levaram o Ministério da Energia e Águas de Angola a cancelar parte dos projetos.

A disputa escalou judicialmente, com a Aenergy alegando violação contratual e o Estado angolano denunciando uso indevido de recursos públicos. Atualmente, as investigações se concentram em determinar o papel da General Electric Angola nas transações e eventuais responsabilidades legais.

mpacto e Repercussões

O caso levanta preocupações sobre a transparência nos contratos internacionais e a necessidade de maior fiscalização nas parcerias público-privadas em Angola. Especialistas acreditam que o episódio pode afetar a confiança de investidores estrangeiros e atrasar futuros projetos de infraestrutura energética no país.

Apesar das alegações, a General Electric afirmou estar a cooperar plenamente com as autoridades e que “mantém o compromisso com práticas éticas e de conformidade global”.

Conclusão

O escândalo envolvendo a GE e a Aenergy reforça os desafios de governança corporativa e transparência financeira em contratos de grande escala. As autoridades angolanas prometem concluir as investigações ainda em 2025, e o caso poderá definir novos padrões de controle para o setor energético nacional.

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