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Angola Reforça Proteção Ambiental com o “Projeto Lisima” para Salvaguardar Ecossistemas Vitais

Janeth Sousa

O Executivo angolano tem demonstrado um compromisso crescente com a defesa do património natural, materializado através da implementação do ambicioso "Projeto Lisima". Esta iniciativa estratégica foca-se na preservação dos ecossistemas mais cruciais das Terras Altas do país, reconhecendo a interconexão vital entre a saúde ambiental de Angola e a estabilidade ecológica da região austral de África.

Uma Aliança Estratégica pela Biodiversidade

O sucesso e a amplitude do "Projeto Lisima" são sustentados por uma robusta estrutura de colaboração. Coordenado diretamente pelo Ministério do Ambiente, em estreita parceria com o Instituto Nacional de Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), o projeto estende sua rede a parceiros internacionais de renome. A Fundação Lisima e a Conserve Global são colaboradores chave, enquanto o financiamento essencial para a execução das ações é garantido pela Rainforest Trust, solidificando um esforço conjunto pela conservação.

Salvaguardando os Berços dos Rios e Florestas de Miombo

Na sua essência, o "Projeto Lisima" dedica-se à proteção de nascentes fluviais de importância inestimável. Rios como o Cubango, Cuito, Zambeze e Kwanza, que nascem nas Terras Altas de Angola, são alvos prioritários devido ao seu papel fundamental na hidrografia regional e no sustento de vasta biodiversidade. Adicionalmente, a iniciativa abrange a conservação de extensas florestas de miombo, habitats cruciais para a sobrevivência de espécies ameaçadas. Entre estas, destacam-se elefantes, leões e mabecos, cuja proteção é vital para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas angolanos e africanos.

O Papel Essencial das Comunidades na Sustentabilidade

Para além da proteção direta de rios e florestas, o "Projeto Lisima" integra uma dimensão social e comunitária fundamental. Acreditando que a conservação sustentável é indissociável do bem-estar humano, o projeto incentiva a participação ativa das comunidades locais. Ao envolver estas populações em práticas de uso sustentável dos recursos, a iniciativa visa não só empoderá-las como guardiãs do seu próprio ambiente, mas também mitigar os impactos das alterações climáticas e garantir uma segurança hídrica duradoura para as gerações futuras.

O "Projeto Lisima" representa, portanto, um marco significativo na agenda ambiental de Angola. Ao unir instituições governamentais, organizações não-governamentais e as próprias comunidades, o país não só reforça a proteção dos seus tesouros naturais, mas também estabelece um modelo de desenvolvimento que harmoniza a conservação da biodiversidade com o progresso socioeconómico, projetando Angola como um ator chave na sustentabilidade regional.

Fonte: https://angorussia.com

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